EDUCAÇÃO AFETIVA OU CONTROLADORA? FOCO NO CONTEÚDO OU EM VALORES? (José Manuel Moran)

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EDUCAÇÃO AFETIVA OU CONTROLADORA? FOCO NO CONTEÚDO OU EM VALORES? (José Manuel Moran)

Mensagem  Equipe NTE/TL em Seg 23 Jun 2008, 16:05

Caro professor, após a leitura do texto "EDUCAÇÃO AFETIVA OU CONTROLADORA? FOCO NO CONTEÚDO OU EM VALORES?" , do professor Moran, publique aqui seu ponto de vista, seus questionamentos e descobertas (Botão POSTREPLY). Interaja também com seus colegas, complementando sua participação (Botão QUOTE), afinal, este espaço é uma das nossas salas de aula virtual. Nela também ocorre aprendizados, só depende de nós!

OBS.: Utilize o botão POSTREPLY para fazer suas postagens. Para interagir com seus colegas, utilize o botão QUOTE da mensagem do mesmo. JAMAIS use o botão NEWTOPIC, o mesmo está destinado apenas à administração do fórum.
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Educação para todos

Mensagem  Amarildo Rossi em Ter 24 Jun 2008, 13:58

Devemos sempre nos preocupar com nossos alunos incentivando, dando apoio e suporte deixando um pouco de lado as cobranças, porque a partir do momento que conseguimos a carisma dos alunos o aprendizado vai ser bem mais prático e facilitado. Devemos ter confiança e dar sempre apoio para que possamos obiter um surpriendente resultado, mesmo que seja a longo prazo.
Precisamos sempre motivar nossos alunos, falar de valores das esperanças entusiasmos porque aluno motivado a chance é grande de crescer.
Nunca devemos valorizar nosso aluno pela aparência e sim dando-lhe apoio independente de seu jeito, modo de vida porque vivemos em uma sociedade de muitas aparências, mentiras e um mundo que todos fazem de conta.
Por outro lado precisamos incluir nossos alunos afetivamente e eticamente.
Devemos sempre dar suporte e ensinar o nosso aluno a caminhar com suas próprias pernas ou seja dar a vara e ensinar ele a pescar e não dar opeixe pego.
precisamos estar bem preparados para trabalhar com nossoa alunos: valores, visão de mundo, sentimentos, modelos de vida, perspectiva de vida, quanto mais o educador se dedicar mais ele podera tirar de seusum bom resutado ou seja crescer proficionalmente.
Nunca devemos colocar o aprendisado guela baixo dos alunos devemos molda-los e mostrar que tudo o que ele aprende é de suma importáncia para o seu dia- a dia e em sua vida profissional e social.
Devemos ser educadores que insentiva nossos alunos a ir em busca de seus ideais através de pesquisas leituras e conhecimentos através destas buscas o aluno irá perceber que o aprendisado esta acontecendo.
Vivemos perante a uma sociedade que mostra que levar vntagem contar mentiras é muito melhor que ser honesto e contar verdade, viver de aparência é bem melhor que ser autêntico.
Como conseguimos provar o contrário que é muito melhor nos aceitar como pessoas em evolução e crecimento viver com contradições mas com verdades.
Não devemos nos preocupar muito com as aparências(física, social) e sim com aquilo que realmente somos.
Então nosso papel como educador é mostrar aos nossos educandos que somos capaz de mudanças partindo de nos mesmo.
Parar de viver em um mundo que: a aparência é o que importa, amentira tem mais vantage que a verdade.

Amarildo Rossi

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Um Brasil melhor

Mensagem  Galene em Ter 24 Jun 2008, 19:38

Nossos alunos precisam muito de conteúdo, de conhecimento, mas uma forma eficaz de ensinar é usar o nosso dia a dia como exemplo, é trazer os alunos a sua realidade, sem impor conhecimento, mas motivando-os a aprender de forma ética, prática e criativa.
Hoje temos ferramentas que nos ajudam muito, e uma delas é a inclusão digital, a era da tecnologia que tanto fascina crianças, jovens e adultos a adquirir conhecimento de forma mais prazerosa.
O professor é no seu trabalho um modelo de competência intelectual, confiança, valores, ética e principalmente de sentimentos, afetividade entre ele e seus alunos.
Um bom educador faz uma escola melhor, pessoas melhores e com certeza um mundo digno com valores humanos e sociais mais claros.

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Re: EDUCAÇÃO AFETIVA OU CONTROLADORA? FOCO NO CONTEÚDO OU EM VALORES? (José Manuel Moran)

Mensagem  EuniceMaria em Ter 24 Jun 2008, 22:43

Amarildo Rossi escreveu:Devemos sempre nos preocupar com nossos alunos incentivando, dando apoio e suporte deixando um pouco de lado as cobranças, porque a partir do momento que conseguimos a carisma dos alunos o aprendizado vai ser bem mais prático e facilitado. Devemos ter confiança e dar sempre apoio para que possamos obiter um surpriendente resultado, mesmo que seja a longo prazo.
Precisamos sempre motivar nossos alunos, falar de valores das esperanças entusiasmos porque aluno motivado a chance é grande de crescer.
Nunca devemos valorizar nosso aluno pela aparência e sim dando-lhe apoio independente de seu jeito, modo de vida porque vivemos em uma sociedade de muitas aparências, mentiras e um mundo que todos fazem de conta.
Por outro lado precisamos incluir nossos alunos afetivamente e eticamente.
Devemos sempre dar suporte e ensinar o nosso aluno a caminhar com suas próprias pernas ou seja dar a vara e ensinar ele a pescar e não dar opeixe pego.
precisamos estar bem preparados para trabalhar com nossoa alunos: valores, visão de mundo, sentimentos, modelos de vida, perspectiva de vida, quanto mais o educador se dedicar mais ele podera tirar de seusum bom resutado ou seja crescer proficionalmente.
Nunca devemos colocar o aprendisado guela baixo dos alunos devemos molda-los e mostrar que tudo o que ele aprende é de suma importáncia para o seu dia- a dia e em sua vida profissional e social.
Devemos ser educadores que insentiva nossos alunos a ir em busca de seus ideais através de pesquisas leituras e conhecimentos através destas buscas o aluno irá perceber que o aprendisado esta acontecendo.
Vivemos perante a uma sociedade que mostra que levar vntagem contar mentiras é muito melhor que ser honesto e contar verdade, viver de aparência é bem melhor que ser autêntico.
Como conseguimos provar o contrário que é muito melhor nos aceitar como pessoas em evolução e crecimento viver com contradições mas com verdades.
Não devemos nos preocupar muito com as aparências(física, social) e sim com aquilo que realmente somos.
Então nosso papel como educador é mostrar aos nossos educandos que somos capaz de mudanças partindo de nos mesmo.
Parar de viver em um mundo que: a aparência é o que importa, amentira tem mais vantage que a verdade.
Isso mesmo Amarildo, vc apontou aspectos relmente relevantes. O papel do professor frente aos seus alunos é bem maior que a prindípio parece. Sabemos das dificuldades que regem a escola neste novo milênio e da sobrecarga a ela atribuída, mas, também sabemos que enquanto profissionais temos uma grande parcela de envolvimento no desenvolvimento desses alunos. Mudarmos o mundo para eles seria impossível, porém, podemos fazer a diferença levando-os perceber suas contradições e as várias faces de uma mesma verdade. Grande abraço, Eunice Maria.
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texto:educação afetiva ou controladora?foco no conteúdo ou em valores?

Mensagem  marco em Qua 25 Jun 2008, 03:48

Surprised É um texto que nos faz repensar a forma que estamos ou fomos orientados a tratar com nossos alunos...porém, a evolução na educação nos põe sobre um outro objetivo e contexto perante aos mesmos, o fato de se sobresairem sob determinada situação em que há pressão não justifica dizer que são ou é um bom aluno.

O conjunto de valores que o texto traz, nos dá uma idéa do mix ou combinações que estão ao nosso alcance e vontade de aplica-los.

O papel do educador como mediador das necessidades no aprendizado do aluno não traduz somente no papel de ensinar, informar, trata-se também do papel de ser aquele que mostra ao(s) seu(s) aluno(s) a(s) oportunidade(s) que estão diante de si, as interpretações equivocadas do contexto social atual e que eles podem e devem ser seus próprios iluminadores para a mudança em seus desejos e sonhos.

A idéia de que há uma barreira social entre as classes é inegável, porém, iguais quando se trata de conquistas e mudanças....

Talvez seja agora, a hora de agarrar e motivar esses alunos (de uma forma geral e ampla) dando-lhes o que precisam, tal como receptividade, interesse, diminuir distâncias entre educador x aluno, termos mais visão junto aos mesmos e trabalhar na esperança que lhes cercam, e sem dúvida, isso torna-se um ato multiplicador à educação e à forma de como esses descasos ou desinteresse, são reais e diários.

Espero que tenham pontos de vista e interpretações a serem postadas e dicutidas....
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Educação afetiva

Mensagem  Simone Aparecida Silva de em Qua 25 Jun 2008, 14:46

I love you Educar através do incentivo sempre dá mais resultados do que cobrar a aprendizagem de um conteúdo sem abordar e demonstrar os valores norteados nesse conteúdo e que geralmente afeta nossas vidas. Incentivar o aluno, faz com que ele tenha vontade de buscar seus conhecimentos. Concordo com o autor, quando ele diz: " Além da inclusão digital precisamos da inclusão afetiva e ética." I love you
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concordo simone

Mensagem  marco em Qua 25 Jun 2008, 18:21

Simone Aparecida Silva de escreveu:I love you Educar através do incentivo sempre dá mais resultados do que cobrar a aprendizagem de um conteúdo sem abordar e demonstrar os valores norteados nesse conteúdo e que geralmente afeta nossas vidas. Incentivar o aluno, faz com que ele tenha vontade de buscar seus conhecimentos. Concordo com o autor, quando ele diz: " Além da inclusão digital precisamos da inclusão afetiva e ética." I love you
Cabe a nós agora,diante do texto e de nossas próprias reflexões, sermos os primeiros a mudar de atitude e receptividade? Pois é, estamos aqui para aprender, trocarmos idéias e atualizar processos que sejam relevantes ao ensino para nossos alunos...espero que demais colégas possam opinar os post...abraços
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Re: EDUCAÇÃO AFETIVA OU CONTROLADORA? FOCO NO CONTEÚDO OU EM VALORES? (José Manuel Moran)

Mensagem  Patricia Carneiro Barboza em Qua 25 Jun 2008, 19:51

Educação afetiva ou controladora? Foco no conteúdo ou em valores?
José Manuel Moran
Concordo com o texto de José Manuel Moran, no qual o apoio, o incentivo, a valorização são metas a serem traçadas e colocadas em prática na relação aluno e professor, mas reconheço a existência de uma grande barreira a ser ultrapassada, e nos dias de hoje é muito difícil conseguir incentivar o aluno para que ele busque o conhecimento por sua própria vontade. Reconheço que vontade de aprender nos leva a um futuro promissor, mas me preocupo com a enorme falta de vontade de nossos alunos. Acredito no que o texto diz “é fundamental termos educadores que mostrem coerência entre o que ensinam e praticam que se apresentem como seres em crescimento, com contradições, com acolhimento e incentivo. Num mundo de tanto faz de conta, de tantas aparências e de tantas mentiras, educar dentro da verdade e da coerência já é uma grande inovação”. Nos professores somos vistos para muitos como espelhos, em nós são depositadas confiança, não somente sobre o conteúdo, mas também como exemplo de caráter, somos modelos a ser ou não seguidos e dessa forma podemos influenciar positivamente ou não nossos alunos.
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Educação afetiva ou controladora?

Mensagem  rosana em Qui 26 Jun 2008, 00:12

Como é bom ser professor-motivador ,incentivador, ao invés de controlador.
Alunos precisam perceber o amor, o objetivo, a disciplina e a segurança do professor na prática pedagógica.
Tudo isso torna a aula mais agradável, um sucesso, um ensinar-aprender recíproco.
È preciso que o educador tenha uma postura social, ou seja: “ Faça o que eu falo e o que eu faço”.
Existem “ professores e professores” , ou seja, os que ensinam e os que ensinam com prazer, trocam experiências docentes e discentes , vão além do conteúdo, compreendem o mundo que o cerca, seus valores e ideais é como se apaixonar ou melhor dizendo, é apaixonante.
Tanto professores, quanto gestores ou coordenadores têm que transmitir confiança, falar a mesma língua , só assim a máquina funciona.
Fica difícil “vender sonhos” diante de uma sociedade inescrupulosa, em que os sonhos tornam-se pesadelos diante da corrupção, da violência e da injustiça social.
Sendo assim, é preciso nos posicionarmos como incentivadores, mostrando que a educação é a palavra chave no papel político para tornarmos os sonhos de muitos alunos uma realidade.
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Educar com amor

Mensagem  CleuniceMelo em Qui 26 Jun 2008, 01:10

Concordo plenamente contigo Simone, quando conciliamos a aprendizagem com a transmissão de outros valores criamos um elo muito maior com o aluno e ao invés de meros transmissores, passamos a compartilhar experiências.
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Re: EDUCAÇÃO AFETIVA OU CONTROLADORA? FOCO NO CONTEÚDO OU EM VALORES? (José Manuel Moran)

Mensagem  EuniceMaria em Qui 26 Jun 2008, 01:47

rosana escreveu:
Como é bom ser professor-motivador ,incentivador, ao invés de controlador.
Alunos precisam perceber o amor, o objetivo, a disciplina e a segurança do professor na prática pedagógica.
Tudo isso torna a aula mais agradável, um sucesso, um ensinar-aprender recíproco.
È preciso que o educador tenha uma postura social, ou seja: “ Faça o que eu falo e o que eu faço”.
Existem “ professores e professores” , ou seja, os que ensinam e os que ensinam com prazer, trocam experiências docentes e discentes , vão além do conteúdo, compreendem o mundo que o cerca, seus valores e ideais é como se apaixonar ou melhor dizendo, é apaixonante.
Tanto professores, quanto gestores ou coordenadores têm que transmitir confiança, falar a mesma língua , só assim a máquina funciona.
Fica difícil “vender sonhos” diante de uma sociedade inescrupulosa, em que os sonhos tornam-se pesadelos diante da corrupção, da violência e da injustiça social.
Sendo assim, é preciso nos posicionarmos como incentivadores, mostrando que a educação é a palavra chave no papel político para tornarmos os sonhos de muitos alunos uma realidade.
Oi Rosana, concordo com vc quanto às diferenças e posturas dos professores, e digo mais: precisamos fazer parte do grupo que acredita na educação como mola propulsora na formação de uma sociedade mais justa e mais ética; do grupo que acredita que "educar para a vida" ainda vale a pena.
Concordo também que "vender sonhos" nos dias de hoje é quase impossível, mas acredito muito no poder que temos de "ensinar nossos alunos a sonhar". Só por meio dos sonhos, principalmente dos sonhos sonhados juntos, plantamos as sementes do futuro, contribuimos na formação de novos e grandes homens, não homens heróis, mas homens capazes de realizar ações heróicas.
Que consigamos aplicar na prática todos os nossos sonhos, amiga!
Grande abraço para vc!
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Educação afetiva ou controladora? Foco no Conteúdo ou em valores

Mensagem  Mágni em Qui 26 Jun 2008, 02:16

study study
A escola além de preparar os alunos para ingressarem em uma faculdade, ensina-os a conviverem em sociedade. Uma educação controladora e autoritária torna-os inseguros, enquanto a valorização e o incentivo dados pelos professores ajudam-nos a terem desejo de aprenderem ainda mais.
Que orgulho temos ao ver um boletim exemplar e saber que o educando o fez por obrigação? Nenhum. Esse aluno, futuramente, ao se deparar com situações conflitantes não saberá como agir, pois durante a vida, teve um controlador a sua frente.
Porém, não basta o educador apoiar e incentivá-lo apenas no quesito escolar, nós professores, somos exemplos de como viver na comunidade. Precisamos ensiná-los a mostrarem bons valores, terem uma visão crítica, acreditar e desejarem evoluir como seres humanos e profissionais.
Em síntese, o equilíbrio entre obrigação e afetividade é fundamental, afinal de contas, em um mundo, onde a hipocrisia e o egoísmo prevalecem é preciso reafirmar o contrário, a verdade e a coerência valem mais. É como disse Padre Manuel Bernardes – “Três sortes de pessoas são infelizes na lei de Deus: o que não sabe e não pergunta; o que sabe e não ensina; o que ensina e não faz.”
scratch Agora fica uma pergunta: Como ensinar ao nossos alunos que eles tem que ter limites, e ao mesmo tempo deixarmos de ser controladores? scratch
bounce Espero que durante esses momentos as Idea Idea apareçam e, assim, possamos inovar a nossa maneira de educar.
cheers cheers cheers cheers cheers cheers
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EDUCAÇÃO AFETIVA OU CONTROLADORA?: Foco no contúdo ou em valores

Mensagem  hilda zp em Qui 26 Jun 2008, 14:01

PROF. MORAN, foi muito preciso quando escreve sobre a afetividade, porque estamos vivendo uma fase em que a instituição família está banalizada e a sociedade continua excludente.
O educador tem hoje um papel de pai, mãe, psicólogo e etc; sendo fundamental no desenvolvimento do potencial de cada aluno, dentro das suas possibilidades. Embora, a existência de alguns impecílios tais como a formação ea valorização do profissional podem interferir no processo de ensino e aprendizagem.
Somente o uso da tecnologia não é suficiente (ajuda,é claro),mas, acultura de dominadores e dominados é a barreira mais difícil de ser transposta.


Última edição por hilda zp em Qui 26 Jun 2008, 14:43, editado 1 vez(es)
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Educação afetiva ou controladora? Foco no conteúdo ou em valores?

Mensagem  alexander Lucas Vória em Qui 26 Jun 2008, 14:26

Smile Concordo com a explanação do texto \"Educação afetiva ou controladora? Foco no conteúdo ou em valores?\" de José Manoel Moran, más devemos pensar Idea em uma escola que prepara alunos para a vida acadêmica e um mercado de trabalho que é muito mais exigente que afetivo, acho que a palavra chave é o equilíbrio, as relações interpessoais tem que ser exploradas ao máximo, a criação de uma amizade e uma relação de confiança entre professores e educandos faz com que a relação ensino/aprendizado se faça de forma agradável e com um retorno para ambos os lados, assim como enfatiza o texto “acolher os alunos, valorizá-los, dar-lhes força, esperança, entusiasmo. Alunos motivados vão mais longe, caminham com mais autonomia”.
Hoje no cotidiano das salas de aula, o egocentrismo dos professores que querem monopoliza todos os processos do ensino/aprendizagem, impondo uma aprendizagem forçada, desvinculando o aprender do prazer, desmotivando o desejo de novas descobertas, criando alunos sem iniciativa e dependentes de moldes a serem seguidos.
Outro ponto chave do texto é a valorização ética, com este ponto sou bem crítico, pois muitas vezes rezamos cartilhas e não as observamos; parto do pressuposto que os professores devem ser o exemplo a ser seguido pelos alunos, por isso deve se ter um grande cuidado com as atitudes, falar que o aluno deve estudar study , se aprimorar, se interessar e se motivar enquanto ele vê seu professor farao utilizando aulas medonhas com métodos antigos, sem motivação, não procurando se aperfeiçoar, isso soa de forma incoerente e sem relevância, vemos isso nas STEs, onde a resistência de alguns professores ainda é muito grande.
Esse processo é lento e demorado elephant , mas que tem que ser exercido todos os dias.
Sei que apontar culpados Twisted Evil no processo ensino/aprendizagem é complicado devido a sua grande complexidade, a desmotivação dos alunos não deve ser imputada somente aos professores, mas se fizermos o nosso melhor, teremos condições de dar suporte para alunos mais motivados e empreendedores. cheers cheers lol! lol!


Última edição por alexander Lucas Vória em Qui 26 Jun 2008, 14:40, editado 1 vez(es)
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olá, Rosana

Mensagem  Simone Aparecida Silva de em Qui 26 Jun 2008, 14:31

Acho que você está interamente certa, que a escola deve ser um conjunto e falar a mesma língua, quando todos adotam a mesma política, como o ensinar com afetividade visando os valores, certamente a escola vai ser um ambiente, onde a aprendizagem será muito mais prazeirosa e valorizada. Laughing

rosana escreveu:
Como é bom ser professor-motivador ,incentivador, ao invés de controlador.
Alunos precisam perceber o amor, o objetivo, a disciplina e a segurança do professor na prática pedagógica.
Tudo isso torna a aula mais agradável, um sucesso, um ensinar-aprender recíproco.
È preciso que o educador tenha uma postura social, ou seja: “ Faça o que eu falo e o que eu faço”.
Existem “ professores e professores” , ou seja, os que ensinam e os que ensinam com prazer, trocam experiências docentes e discentes , vão além do conteúdo, compreendem o mundo que o cerca, seus valores e ideais é como se apaixonar ou melhor dizendo, é apaixonante.
Tanto professores, quanto gestores ou coordenadores têm que transmitir confiança, falar a mesma língua , só assim a máquina funciona.
Fica difícil “vender sonhos” diante de uma sociedade inescrupulosa, em que os sonhos tornam-se pesadelos diante da corrupção, da violência e da injustiça social.
Sendo assim, é preciso nos posicionarmos como incentivadores, mostrando que a educação é a palavra chave no papel político para tornarmos os sonhos de muitos alunos uma realidade.
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Ilusão!

Mensagem  VitorApt em Qui 26 Jun 2008, 14:44

Com certeza sabemos como ser ótimos professores, ótimos educadores, como incentivar alunos, como mostrar-lhes o caminho. Sabemos também como reduzir a distância existente entre professor e aluno. Afinal, aprendemos tudo na faculdade e também está tudo lá, em livros de práticas de ensino.
Quando terminei minha licenciatura, minah professora, Alaíde Maria Zabloski Baruffi, perguntou o que tinha aprendido com os estágios de observação, coordenação e regência. Quando respondi que "nada era como na teoria" ela sorriu e disse: observe os bons exemplos e faça sua parte valer a pena. Claro, não adianta "dar murro em ponta de faca", os alunos e todos envolvidos devem participar, mas creio que devemos sair do nosso ponto de acomodação e começar a fazer a nossa parte valer a pena.
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COM AMOR TUDO É POSSÍVEL

Mensagem  zenilda em Qui 26 Jun 2008, 14:54

Laughing O texto nos faz refletir o nosso papel de educador e orientador. Nos lembra que é importante motivar e incentivar o aluno sem cobranças. Precisamos olhar para o aluno com olhos de afetividade(acolher os alunos, valorizá-los, dar força, esperança e entusiasmo), com isso eles caminham mais seguros. O educador precisa mostrar-lhes com cerência as contradições de nossa sociedade que valoriza muito a aparência (onde o faz de conta, a mentira, os valores materiais predominam. Quanto mais o educador trabalha a comprensão do mundo no equilibrio emocional, na troca de afeto, ajuda os alunos a acreditarem em si mesmo. E voltando para nossa realidade "escola publica", os nossos alunos a maioria são filhos de famílias carentes (econômico e afeto). A maioria tem problemas familiares (pais separados, moradia, desnutrição, violência doméstica). E sabemos que o mundo é constituido de instituições, e a maior e mais importante de todas é a família, que nesse caso é uma instituição falida. E esse texto nos faz lembrar o quanto é importante passar confiança e acreditar nas possibilidades de cada um. Abraços a todos! cheers
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A educação afetiva, é a capacidade de compreensão

Mensagem  Lidiane Mariano em Qui 26 Jun 2008, 16:44

Gente, ninguém precisa provar – como uma professora influencia a condura e
aprendizagem do aluno, através da educação afetiva. A disposição e capacidade
para conviver e se adaptar responsivamentecom comportamentos e atitudes
variadas, e ser empática, honesta, justa,mas otimista, estão intimamente
relacionados com o sucesso ou fracasso no desempenho de sua função, que é
educar ou ensinar.
A educação afetiva, é a capacidade de compreensão dos aspectos não intelectivos
da personalidade de cada pessoa para se relacionar adequadamente com os outros.
Buscar interromper o ciclo viciosos de sentimento de alienação, solidão e
relacionamento superficial, que impede a formação de vínculos e o conhecimento
satisfatório na sociedade.
Tem sido promovida por profissionais sérios da sáude mental, e por charlatões e
curandeiros; é vendiada em jogos para uso doméstico e entretenimento.
Caiu na armadilha de truques e se tornou
como perigosa
devido ao mau uso e por isso o seu potencial para melhorar as
relações no grupo tem sofrido um declínio.
A forma como tem sido oferecida, tem gerado rápida resposta, sem a qualidade de
comportamento e atitude ética e eficaz, típicas de relações respeitosas nos
grupos sociais.
Os métodos de educação afetiva, precisam ser empregados para influenciar as
pessoas, positivamente, a modificar o seu comportamento no tocante às suas
relações mútuas, a fim de ajudar a melhorar as relações intergrupais.
A educação afetiva, desenvolve a compreensão dos conhecimentos, experiências
diferentes, bem como a identificação mútua que é a empatia na vida social.
Tenta deliberar na pessoas o desejo de ajudar através da sensibilidade,
sinceridade e honestidade, quando ouvindo sobre as experiências dos outros.
Cabe também como função, a neutralização das tensões inevitáveis nas relações
sociais, e se comprometer com a formação moral e cívica do educando no processo
contínuo que se desenvolve na vida de cada um.




educar não significa apenas
transmitir padrões sócio-culturais, nem acompanhar o desenvolvimento físico-intelectual
da criança ou passar uma série de informações pela instrução formal.
A educação, bem entendida, consiste em formar o homem de bem, cuidando do seu
duplo aspecto: espiritual e físico.
A violência hoje se espalha por todos os cantos e produz a desgraça, num mundo
onde o ser humano vem perdendo o senso de fraternidade, de solidariedade,
devido aos
. conflitos de opiniões,
. às imposições do intelecto sobre o sentimento,
. à robotização que transforma o ser humano em máquina, a repetir atividades que
lhe destroem a capacidade de criar, de enriquecer-se de novos valores
espirituais.
Educar, no sentido que o termo exige, é desenvolver, cultivar, fazer brotar,
elevar, fazer crescer, não de maneira unilateral, mas de forma integral, para
que o educando possa ser o cidadão honrado que todos desejamos encontrar na
sociedade da qual fazemos parte.
E para que se atinja esse grandioso objetivo será preciso, antes de tudo, duas
premissas básicas:
. amor e
. auto-educação.
Amar para educar e auto-educar-se para amar.
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Inclusão afetiva e ética

Mensagem  Andre em Qui 26 Jun 2008, 18:38

Concordo com os colegas, devemos realmente começar uma mudança... quem não gosta de receber elogios? ou quem não gosta de ser incentivado...?? Acho que todos ja devem ter lido ou ouvido falar na "Lei da Atração", quando falamos que os alunos não estao aprendendo, não estao interessados... acabamos fazendo com que eles tambem pensem assim... Ja fazendo o contario, incentivando e mostrando os bons resultados dos mesmos.. eles mesmos vao se dar conta da capacidade que possuem...

Acho que nos professores tambem estamos precisando de insentivo, como o que Moran fez a Roberta...

Abraço..

André da Silva
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Educação Afetiva ou Controladora? Foco no conteúdo ou em Valores?

Mensagem  Rosana Lores em Qui 26 Jun 2008, 19:16

Educação Afetiva para formar cidadãos.

Eu realmente acho que precisamos de uma Educação Afetiva. Atualmente, há uma enorme fonte de informações, mas se os alunos não tiverem uma boa orientação, não poderão aproveitar dessa riqueza.
É preciso que o Educador seja ousado para transpor algumas barreiras, já que ainda estamos tão centrados em notas, conceitos, competições e vestibulares. Nem todos ingressarão na Universidade, mas isso não é motivo para que o aluno fique frustrado.
Com a ajuda do Educador que faz a incluão afetiva e de valores, o aluno começa a entender que ele pode melhorar a qualidade de sua vida e das pessoas com quem convive, onde quer que ele esteja atuando.
Ele pode ser um bom aluno, bom filho, bom funcionário, um bom profissional e consequentemente, um bom cidadão; capaz de fazer suas próprias escolhas.
Quando o Educador abre espaço para compreender as diferenças entre seus alunos, ele já está interagindo com eles e fazendo com que eles mesmos acreditem que têm seu próprio espaço na sociedade.
Estou buscando a cada dia ser uma Educadora Afetiva, isso com certeza vai fazer a diferença na vida do aluno e está sendo a realização do meu trabalho.


Abraços!!!
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[b]Ensinar pelo prazer[/b]

Mensagem  Ana Ruthi em Qui 26 Jun 2008, 19:43

por Ana Ruthi Hoje à 2:08 pm

Muito bom, poder fazer essa reflexão, isso faz com que melhoremos cada vez mais o nosso método de ensino, nos faz lembrar o porquê estamos trabalhando na educação, se é pelo prazer de ensinar, alcançando nossos objetivos com os resultados no final de cada ano letivo, ou por uma necessidade econômica?
Sem um bom relacionamento não haverá construção da coletividade e isso só acontecerá se soubermos trabalhar o aluno. Então temos que sempre motivá-los, inspirando confiança e dialogando, para não cometermos erros no processo ensino-aprendizagem.
Para haver diálogo verdadeiro não pode haver formas agressivas de pressão e de poder, às vezes meio difícil de se controlar, pois sabemos do poder que detêm o professor numa série de situações. Entretanto, considerando o objetivo comum de melhorar as aulas, temos que abrir mão o quanto for necessário ou saber como utilizar esse poder para o bem da coletividade.
Se soubermos trabalhar essa afetividade mútua, com certeza o resultado do nosso trabalho será bem mais vantajoso.O próprio aluno vai se conscientizar de que necessita aprender.
O texto nos mostra que para avançarmos de acordo com a evolução tecnológica é necessário trabalhar com afetividade, assim o desenvolvimento vem, sem mesmo percebermos.
Hoje precisamos transformar essas crianças em cidadãos conscientes daquilo que querem para o seu futuro.

Ana Ruthi

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Atividade 1 - Luis Fernando - Água Clara - MS

Mensagem  luish2oclara em Qui 26 Jun 2008, 19:48

Educação Afetiva ou Controladora? Foco no conteúdo ou em valores?
Em relação a este texto penso que a Educação tem ai identificado mais um percalço o de progredir da Educação Controladora para a Afetiva, onde nós Educadores apesar dos diversos problemas enfrentandos por nossa Educação ineficiente temos que ao meu ver amar o que fazemos, se não por amor , por ser o que nos sustenta, sendo assim aquilo que devemos valorar por contribuir com o nosso "ser" humano, profissional e cidadão.
Penso ainda que o foco deve ser centrado no aluno com enfoque em valores e não em conteúdos, sendo que estes valores tem que ser coerentes e condizentes com as atitudes do docente nos seus afazeres cotidianos, visto que como diz Moran "... num mundo de tanto faz de conta, mentiras e aparências, educar dentro da verdade e coerência ja é uam grande inovação..." lógica que aliado a uma boa preparação didático-pedagógica.
Eis o que penso a respeito do referido texto.
Sem mais, eis minha contribuição.
Luis Fernando Domingues...
Professor de STE da E E Chico Mendes.
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Educação afetiva ou controladora? Foco no conteúdo ou em valores?

Mensagem  Dorothea em Qui 26 Jun 2008, 21:26

[color=red]Ao ler o texto me identifiquei muito com o tema, pois sempre acreditei que para educar é necessário que utilizemos duas ferramentas importantíssimas: o incentivo e a motivação. Isso porque a criança motivada busca o conhecimento por si própria, tem prazer em aprender e mostrar para todos - professores, colegas e o grupo social a que pertence - que pode conversar sobre vários assuntos sem timidez ou vergonha.

Quando nós, hoje professores, éramos crianças, admirávamos e temíamos nossos professores por sua postura, firmeza e conhecimento dos conteúdos. Mas a profissão mudou muito e, neste contexto de mundo globalizado (diga-se de passagem pequeno), para atingir o objetivo do ensino é necessário trocar a postura de controlador pela de parceiro, quase cúmplice. Isso é claro sem perder o foco, que é aprendizagem.

Os valores e a ética estão muito diluídos no comportamento do dia-a-dia. O certo e o errado dependem muito de quem está vivenciando a situação. E é por isso que, além da inclusão tecnológica, deve acontecer principalmente a inclusão de valores. O professor deve, por exemplo, apresentar uma coerência entre o que fala e o que faz, entre o que ensina e o que pratica.

Ao assistir lá fora a banalização da aparência, o abuso do valor no consumismo, a disseminação de mentiras e a enganação nos argumentos de alguns grupos, a escola e seus professores devem se tornar um ponto de segurança para os alunos. Talvez esse seja um caminho para o sucesso da educação nos tempos modernos.[/color]
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Re: EDUCAÇÃO AFETIVA OU CONTROLADORA? FOCO NO CONTEÚDO OU EM VALORES? (José Manuel Moran)

Mensagem  EuniceMaria em Qui 26 Jun 2008, 23:37

hilda zp escreveu:PROF. MORAN, foi muito preciso quando escreve sobre a afetividade, porque estamos vivendo uma fase em que a instituição família está banalizada e a sociedade continua excludente.
O educador tem hoje um papel de pai, mãe, psicólogo e etc; sendo fundamental no desenvolvimento do potencial de cada aluno, dentro das suas possibilidades. Embora, a existência de alguns impecílios tais como a formação ea valorização do profissional podem interferir no processo de ensino e aprendizagem.
Somente o uso da tecnologia não é suficiente (ajuda,é claro),mas, acultura de dominadores e dominados é a barreira mais difícil de ser transposta.
Hilda, textos como estes são muito bons por nos levar a reflexões mais profundas. Grande abraço.
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Re: EDUCAÇÃO AFETIVA OU CONTROLADORA? FOCO NO CONTEÚDO OU EM VALORES? (José Manuel Moran)

Mensagem  EuniceMaria em Qui 26 Jun 2008, 23:46

VitorApt escreveu:Com certeza sabemos como ser ótimos professores, ótimos educadores, como incentivar alunos, como mostrar-lhes o caminho. Sabemos também como reduzir a distância existente entre professor e aluno. Afinal, aprendemos tudo na faculdade e também está tudo lá, em livros de práticas de ensino.
Quando terminei minha licenciatura, minah professora, Alaíde Maria Zabloski Baruffi, perguntou o que tinha aprendido com os estágios de observação, coordenação e regência. Quando respondi que "nada era como na teoria" ela sorriu e disse: observe os bons exemplos e faça sua parte valer a pena. Claro, não adianta "dar murro em ponta de faca", os alunos e todos envolvidos devem participar, mas creio que devemos sair do nosso ponto de acomodação e começar a fazer a nossa parte valer a pena.
E fazer a nossa parte valer a pena, Vitor, é "dar" o melhor que temos, fazer o melhor que podemos.
Abraços.
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Re: EDUCAÇÃO AFETIVA OU CONTROLADORA? FOCO NO CONTEÚDO OU EM VALORES? (José Manuel Moran)

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